Começa mais um momento de paragem. Daqueles que já se tornaram tão habituais, que até se poderia aproveitar para recuperar energias. Tal não acontece, porque a preocupação apodera- se de nós e nunca se para pensar e aproveitar os momentos de paragem.
Tenho-me interessado pela Educação Emocional e o contributo que esta ocupa no desenvolvimento pessoal. O que anteriormente era visto como irrelevante no ensino, atualmente é visto como determinante. Fascina-me o poder que se concede às emoções e à forma como estas influenciam as aquisições e as competências que adquirimos. No meu percurso escolar havia algo que determinava o meu sucesso nas várias matérias : a empatia com o professor. Era bastante determinante no empenho que tinha nos conteúdos. Acredito que como formador, se investirmos em áreas emocionais e intrapessoais alcançaremos competências basilares da personalidade humana. O autocontrolo e a impulsão que necessitamos para o nosso desempenho eficiente podem ser competências perfeitamente promovidas na Educação.
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