Lido diariamente com a sinergia ininterrupta dos hiperativos. O desconcerto, a desatenção permanente e o constante movimento caracterizam estas crianças. Vejo jogos individuais permanentes, canetas e lápis a caírem constantemente, más posturas na cadeira... e por incrível que pareça adultos também têm essa dificuldade de se manter quietos numa situação.
Os movimentos são disfuncionais, muitas vezes impeditivos de boas práticas e de bons desempenhos escolares. Por vezes as crianças são mal interpretadas pelos professores e pelas pessoas que as rodeiam. Interpretam seus movimentos como distração, falta de auto-controlo e até mesmo como gozo.
As pessoas com hiperactividade são impulsivas, com dificuldades na obtenção da capacidade de atenção, consequentemente com baixo rendimento escolar, repercutindo-se na baixa auto-estima. As próprias crianças começam a desacreditar nas suas próprias capacidades e desinvestem nas tentativas de melhoria. A autocrítica contribui para a desmotivação e para a falta de investimento nas aprendizagens e sobretudo na demonstração dos conhecimentos.Por isso reforço a importância da educação emocional especialmente nestes casos.
A alta incidência que estes casos têm tido na população escolar é merecedora de melhor atenção por parte dos profissionais de Educação. A actual escusa que se confunde hiperactividade com falta de educação serve também como justificativa para desinvestimento por parte dos professores. Existem realmente crianças com hiperactividade e défice de atenção que necessitam de medicação diária para acompanhar as exigências de normalização do percurso escolar.
O silêncio é sinónimo de desencorajamento!Estas crianças preferem aninhar-se na sua situação e conformar-se com a opinião que simplesmente não conseguem acompanhar o grupo. Porque cada um tem direito à sua diferença. E sobretudo tem auto-reconhecimento da sua singularidade. Com esta diferença surge um todo que se completa e se complexifica.
Os movimentos são disfuncionais, muitas vezes impeditivos de boas práticas e de bons desempenhos escolares. Por vezes as crianças são mal interpretadas pelos professores e pelas pessoas que as rodeiam. Interpretam seus movimentos como distração, falta de auto-controlo e até mesmo como gozo.
As pessoas com hiperactividade são impulsivas, com dificuldades na obtenção da capacidade de atenção, consequentemente com baixo rendimento escolar, repercutindo-se na baixa auto-estima. As próprias crianças começam a desacreditar nas suas próprias capacidades e desinvestem nas tentativas de melhoria. A autocrítica contribui para a desmotivação e para a falta de investimento nas aprendizagens e sobretudo na demonstração dos conhecimentos.Por isso reforço a importância da educação emocional especialmente nestes casos.
A alta incidência que estes casos têm tido na população escolar é merecedora de melhor atenção por parte dos profissionais de Educação. A actual escusa que se confunde hiperactividade com falta de educação serve também como justificativa para desinvestimento por parte dos professores. Existem realmente crianças com hiperactividade e défice de atenção que necessitam de medicação diária para acompanhar as exigências de normalização do percurso escolar.
O silêncio é sinónimo de desencorajamento!Estas crianças preferem aninhar-se na sua situação e conformar-se com a opinião que simplesmente não conseguem acompanhar o grupo. Porque cada um tem direito à sua diferença. E sobretudo tem auto-reconhecimento da sua singularidade. Com esta diferença surge um todo que se completa e se complexifica.

Comentários